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    Na modernidade,após séculos de exclusão,o corpo social feminino que antes fora fortemente visto como sendo útil apenas nos cuidados da casa,filhos e vida conjugal,teve acentuada conquista quebrando essa,dentre inúmeras barreiras. No entanto,é persistente a objetificação e sensualização da mulher,decorrendo assim constante violência física e psicológica,sendo incoerente e inaceitável,exigindo medidas eficazes que atenuem a problemática.
          O profundo enraizamento da cultura machista,mascara e neutraliza o frequente assédio disfarçado de ''cantada''. A falsa concepção deixada na sociedade,que agrada a mulher,certas palavras professadas por estranhos em lugares públicos,tornou-se desculpa para a banalização da violência feminina,como o feminicídio. Ademais,a contínua responsabilização da vítima a agressão sofrida,imposta pela coletividade,favorece a impunidade dos autores.Vale ressaltar a inexistência de legislação mais abrangente para qualquer tipo de assédio ou agressão.
          Outrossim,a explosão dos casos de assédio moral e sexual por produtores e diretores no universo cinemático,elevou o número de mobilizações entre mulheres -como o #METOO por exemplo- realizada no distrito de Los Angeles. Destarte,no decorrer da história social a parcela feminina obteve grandes conquistas na luta pela igualdade,ganhando mais espaço numa sociedade cujo era majoritariamente masculinizada. No entanto,tamanho avanço perde significado mediante ao elencado,denotando certo retrocesso.
          Logo,diretrizes são necessárias para reverter esse impasse. Portanto,o poder legislativo juntamente com o executivo,deve criar leis de caráter mais severo,a fim de que haja a devida punição para os que cometem crimes de assédio e seus similares. As escolas devem criar projetos que ensinem a igualdade e o respeito entre homens e mulheres,para que desde a infância os cidadãos aprendam esses valores,assim as futuras gerações terão a ampla igualdade em todas as esferas sociais.