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    Tudo se começa pela subestimação    
        A subestimação das mulheres sempre foi presente, desde décadas passadas, onde não tinham direito de votar, muito menos fazer parte do poder político e outras diversas práticas proibidas. As mulheres só eram vistas como procriação, e com esse poder abusivo dos homens sobre o sexo feminino gerou atitudes ainda mais abusivas e desagradáveis, como o assédio sexual, consequentemente ainda gerado em pleno século XXI por falta de recursos educacionais e aprimoramento das leis.
         Primeiramente, deve-se ressaltar que hoje em dia na sociedade o assédio sexual é presente para ambos sexos, porém com maior evidência no sexo feminino, resquícios de um histórico cultural. A falta de recursos educacionais aprimora essa prática, pois a educação é muito abrangente, garante um desenvolvimento cultural, econômico e social, com educadores enfatizando e aprimorando a prática do respeito, da igualdade, dos danos e agressões físicas e psicológicas que podem atribuir um ato abusivo, diminuiria pelo menos 50% dos casos de assédio. Já enfatizava Paulo Freire "A educação não transforma o mundo. A educação muda pessoas. E pessoas transformam o mundo."
          Segundamente, as leis em vigor sobre o assédio sexual são brandas e precárias, pode-se concluir isso quando se nota o repertório de inúmeros casos e a taxa cada vez mais em maior teor. 85% das mulheres consultadas em uma entrevista, segundo a campanha "Chega de de fiu fiu" alegaram que já tiveram partes do corpo tocadas sem permissão em espaço público, isso é um absurdo, com leis mais severas consequentemente também diminuiria os inúmeros casos.
          Portanto cabe ao governo providenciar e rever os ineficientes investimentos tanto na parte da educação quanto na parte das leis, para assim, obtiver um país harmonioso e respeitoso.