Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

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    Em Atenas na Grécia Antiga para os homens, as mulheres eram seres desprezíveis e que só serviam para procriar. Infelizmente, hodierna mentalidade masculina, em parte, se assemelha a ateniense,tendo como expoente máximo o assédio e violência sexual. Sob esse aspecto, convém analisarmos as principais causas desta problemática.
          O assédio está tão intrínseco na sociedade brasileira que parte dos homens considera instigar as mulheres com gestos e palavras, obscenos, um meio de conquista-las. No entanto, isso ofende e pode gerar graves problemas a estas, como mudança no modo de se vestir, pânico de andar sozinhas em espaços públicos, etc.
          Outrossim, a falta de servidores públicos, como guardas, em locais em que há aglomeração de pessoas, pode ser considerado um vertente deste problema. Isso se evidencia não só pelo fato de que, segundo a campanha Chega de Fiu-Fiu  quase 90% da classe feminina teve e ainda tem seus corpos violados em espaços púbicos, mas também, quando absurdos como estes ocorrem não têm locais ou pessoas que ajudam a denunciar, gerando a impunidade.
          É insustentável ter-se uma sociedade com mentalidade de 2500 anos atrás, como a de Atenas. Portanto, a longo prazo cabe, ao Ministério da Educação criar uma matéria especifica, principalmente para séries iniciais, voltada a ensinar não só os meninos a respeitarem as mulheres, como também ensinar meninas como procurar ajuda e a denunciar o assédio, para que se  tenha um país com o futuro livre do machismo, violência e impunidade. Cabe ao Estado subsidiar a implantação de guardas, que auxiliem as vítimas de assédio sexual, em todos os locais públicos.