Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

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    Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando se mobiliza com o problema de todos. No entanto, quando se observa à questão do assédio sexual, no brasil, hodiernamente, verifica-se que esse ideal iluminista é constante na teoria e não desejavelmente na prática e a problemática persiste intrinsecamente ligada à realidade do país, seja por causa da colonização ou pela má educação dada aos indivíduos. Nesse sentido, convém analisarmos as principais causas e consequências de tal postura negligente principalmente para as mulheres.
    Ainda no século XXl, existe uma espécie de determinismo biológico em relação as mulheres, tal problemática, no país, é oriunda da colonização Portuguesa, onde os Europeus assediavam e estupravam as nativas.  No entanto, isso ainda é notório nos dias atuais, pois cerca de 85% das mulheres afirmam terem sido tocadas em público segundo à (IPEA). Contudo, é necessário que o estado proteja as mulheres de tal violação. 
    De acordo com Nelson Mandela, a educação é a arma que se pode usar para mudar o mundo. Sob essa conjectura, podemos dizer que se não educarmos os indivíduos para que respeitem as mulheres, teremos uma sociedade fora da lei, visto que, à Constituição assegura as moças de sofrerem assédio, na teoria. Nesse caso, é dever do cidadão respeitar, e efetivar as leis da nossa carta magna. 
    Portanto, para que o ideal Iluminista não seja apenas uma proposição teórica, mas sim uma medida concreta é necessário mobilização do Governo. Instituições como as de ensino devem promover debates e palestras nas escolas e ruas de cada Estado, proporcionando assim o debate sobre o respeito para com as garotas, quebrando a tabu e vergonha de falar sobre o tema, a fim de mostra que a culpa não é da vítima, mas sim de quem prática o assédio. Espera-se com isso que a população  se preocupe mais com os índices de assédio e estrupo, no brasil, e que esses crimes sejam denunciados e punidos.