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    A luta cotidianas das mulheres
          Na história da mitologia grega, Medusa foi violentada por Poseidon dentro do templo de Atena. Por ter profanado o templo da deusa, Atena despertou sua ira, mas não sobre Poseidon como deus masculino, o que ele fez não a surpreendeu. Aos olhos de Atena era Medusa quem deveria ser castigada. A partir daí, a vítima se tornaria a acusada. Nesse contexto, a realidade de  muitas mulheres que sofrem com o assédio sexual se assemelha a esse mito.
          Em primeira instância, cabe mencionar que mesmo as mulheres tendo conquistado espaços significativos na sociedade ela ainda é vítima de várias formas de violência. O machismo enraizado é um fator causativo para que isso continue a ocorrer. Um exemplo disso, é que uma em cada três mulheres no mundo sofre com a violência conjugal, de acordo com a pesquisa feita pela Organização Mundial de  Saúde.
          Em segundo plano, destaca-se que o assédio sexual contra mulheres em espaços públicos como trens, metrôs, ônibus entre outros provém da cultura que hipersexualiza as mulheres, colocando-as como objeto sexual. Infelizmente, as mulheres ainda tem medo de denunciarem esses atos seja por medo de não serem levadas a sério ou por temerem sofrer mais constrangimentos.
    Entende-se, portanto, que embora as mulheres tenham se tornado cada vez mais independentes ainda sofrem com o pensamento arcaico de muitos homens que acham ter algum domínio sobre elas. O governo precisa continuar atuante e implantar leis que deem auxílios a essas mulheres e organizar palestras educativas que levem a mensagem que a luta não é só delas, mas de todo uma comunidade que zela por um mundo mais seguro e com menos Medusas.