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    É de conhecimento geral que o assedio sexual conta a mulher é um tipo de violência banalizada e na sociedade brasileira é um tema polemico que está inserido em nosso cotidiano,um pensamento machista consolidou-se e permaneceu forte.Nesse contexto,urge o combate a essa realidade,a qual deve confrontar um problema cultural e uma lenta mudança da mentalidade social.
        O assédio a mulher tem crescido,o que mostra verdadeira uma pesquisa recente feita pelas jornalistas Juliana de Farias e Karin Huick,tornando as mulheres vítimas de agressões físicas e psicológicas sendo crime sempre que existe interação não consensual,inferiorizando a mulher,tornando objetificada pelo homem,tudo fruto de uma ideologia,uma vez que uma criança vive em uma família com esse comportamento,tende a adota-lo também por conta da vivencia em grupo,transmitindo de geração em geração.
        No âmbito social, a violência contra o sexo feminino acontece vários casos durante um único dia.Desse modo,percebe-se que há uma necessidade de maior intervenção jurídica,alem disso, diversos casos de assédio e violência a mulher não são denunciados e nem registrados atualmente,por serem intimidadas,dificultando a intervenção estatal,e a proteção,já que existe em vigor a lei Maria da Penha um grande progresso em relação a proteção feminina.
           Fica clara,portanto, a necessidade de enfrentar essa situação.Por isso a união precisa priorizar e viabilizar a educação capacitando profissionais para instruir as futuras gerações em relação aos direitos ,deveres,valores éticos e morais de uma boa cidadania.Concomitante a saude publica,aliada a sociedade e instituiçao de ensino,devem aplicar campanhas de abrangência nacional, instigar o debate sobre o tema,mediante programas e produções culturais que desnaturalizem aos preceitos e valorizem a equidade e a alteridade.Tais medidas poderiam tornar o seculo XXI um período de mudanças que estaria marcado para as futuras gerações.