Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

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    Durante os jogos da Copa do Mundo desse ano,  tem sido comum a viralização de  vídeos em que jovens russas ou que não entendem outras línguas imitam homens falando frases de teor machista, além disso, casos de  outros tipos de assédios sexuais tem se tornado cada vez mais visíveis, demonstrando a importância desse debate na sociedade para erradicar esse crime.
          No ano de 2014, a ONG Think Olga criou uma campanha chamada "chega de fiu-fiu", com o intuito de mostrar à sociedade que cantada não é elogio e que serve como forma de intimidação, visto que invadem o espaço da mulher e geralmente são frases de natureza sexual, objetificando o corpo feminino e provocando sentimentos como medo e vergonha.
          Aliado à esse constrangimento, o assédio fere um direito constitucional: a liberdade de ir e vir de todo cidadão.  Tentativas de contato físico contra a vontade da pessoa estão bastante comuns e descrevem a falta de respeito e moral que há em uma parcela dos homens da sociedade brasileira. A criação de vagões femininos em metrôs mostra que a integridade física e psicológica da mulher ainda não é respeitada.
           Dessa maneira, é preciso que campanhas organizadas por ONGS recebam maior suporte do governo federal para que ganhe maior visibilidade através dos canais midiáticos- jornais, revistas, televisão e internet-  e conscientização a fim de evitar casos de assédio sexual. Além disso, a criação de mais canais de denúncia em transportes públicos - trens, metrôs e ônibus- ajudam as vítimas em caso de necessidade e colaboram para a redução desse crime. Apenas com ajuda de toda a sociedade para denunciar e interferir em casos de assédio será possível erradicá-lo.
    
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