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    Durante o século XX houve grande popularização do tabaco em consequência da forte influenciação midiática, seja pelo filmes holiwoodianos ou por propagadas como a do cowboy da marlboro, gerando atualmente uma estimativa de acordo com a OMS de 1,2 bilhôes de fumantes no mundo, e mortalidade de cerca de 7 milhões por ano.Desse modo, é evidente a necessidade de modificar esse cenário preocupante de saúde publica, ocasionado pelo vicio da nicotina em detrimento com distúrbios psicológicos como estresse e ansiedade.
       Nesse viés,observa-se que o tabagismo manifesta-se atualmente no Brasil, como um problema preocupante de saúde publica preocupante, visto que, a maioria dos tabagistas no país são de faixa etária de 40 a 60 anos, e possuem o hábito de fumar desde a adolescência, fator que dificulta bastante o abandono da prática devido o vício ocasionado pela nicotina.Outrossim, nota-se que a população tabagista além do vício da nicotina possui dificuldade de abandonar a prática devido a sensação de bem estar ocasionada pela nicotina frente a problemas como estresse e ansiedade.
         Contudo, além do vício, o uso do tabaco causa uma série de agravos ao indivíduo e a população fumante passiva como variados tipos de câncer e abortos gerados pela baixa suplementação de oxigênio ao feto. Desse modo, custos altíssimos são gerados ao governo para cuidar das pessoas tabagistas, gerando custos acima de R$ 14 bilhões aos cofres públicos.
        Sendo assim, percebe-se o quão notório é a necessidade de intervenções para modificar este panorama frente ao tabagismo no Brasil, a partir de uma parceria publico-privada em que o governo isente temporariamente as tributações as industrias produtoras de medicamentos que combatam o vício como adesivos e pastilhas, diminuindo dessa forma os custos e consequentemente o valor nas lojas.Em contrapartida, essas empresas tem que promover consultas psicológica online para os tabagistas, para que assim, esse vício se isente na sociedade brasileira.