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    Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todo o cidadão o direito à saúde e ao bem-estar social. No entanto, o tabagismo com seus problemas e consequências impossibilita que essa parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Infelizmente, isso acontece não só pela influência cultural, mas também a omissão do estado.
          Á princípio, observa-se que o comportamento humano se dá na maioria das vezes por influências externas e internas. Com as indústrias de tabaco financiando as produções cinematográficas na década de 80, o consumo de cigarros vem sendo associado ao prazer e ao modismo. De acordo com o Ministério da Saúde, ao fumar, o risco de morte por doenças respiratórias é nove vezes maior. Diante do exposto, os problemas causados pela fumo são os mais graves possíveis, tornando assim, necessária a sua cautela e esclarecimento à população.
          Em seguida, verifica-se a negligência do poder público como impulsionador do problema. Segundo Marx, o capitalismo prioriza lucros em detrimento de valores. Com base nisso, tal fato se reflete nos escassos investimentos governamentais em melhorias nas campanhas contra o tabaco e em melhor amparo para aqueles que querem se livrar do vício, com medidas que tornem a saúde brasileira melhor, e devido à falta de administração e fiscalização pública por parte de alguns gestores, isso não é firmado.
         Fica claro, assim, que o uso do tabaco vai da influência cultural a desatenção do estado. Dessa forma, urge que o Ministério da Saúde (MS), busque mostrar mais a população os riscos do tabaco junto a ONGS, promovendo campanhas em unidades básicas de saúde com palestras ministradas por psicólogos e cartazes informativos, no qual serão produzidos conforme a demanda. Com isso, esperasse amenizar o problema de modo que futuramente caia o número de fumantes.