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    Durante o século XIX, o tabaco foi um dos principais produtos comercializados, no Brasil. Por certo, por seu consumo ter sido considerado status perante a sociedade, fez com que abrangesse rapidamente, logo, em 1874, no Rio de Janeiro, o país obteve sua primeira fábrica de cigarros. Assim sendo dessarte, por consequência do consumo de tal produto, o fumo estar relacionado a diversos problemas de saúde, que por muitas vezes podem levar a óbito do indivíduo. Pode-se concluir, indubitavelmente, que é preciso mudanças, para que o número de casos de doenças relacionados ao fumo, não sejam otimizados.
                 Em uma primeira análise, o tabagismo é o ato de se consumir produtos que contenham tabaco, que podem ser usado de diversas maneiras, por exemplo, por meio da inalação (charuto, cigarro), aspirado (rapé) e, mascado (fumo-de-rolo), mas, em todos as formas, é prejudicial a saúde. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS),  o tabagismo é considerado a principal causa de morte evitável em todo o mundo.
                  Outrossim , de acordo com a OMS, 2,8 bilhões de pessoas, são fumantes. Portanto, observa-se que é preciso uma mobilização em relação acerca desse tema, pois o número de casos de doenças por fumo, é alarmante. Pode-se mencionar, por exemplo, câncer de pulmão, doenças coronarianas e cardiovasculares, porém, mesmo com programas de conscientização, mostrando os males, as pessoas que consomem tais produtos, de certo, algumas delas ainda continuam dependentes, que por muitas vezes é devido à ausência de interesse com as consequências que poderão ocorrer ao uso excessivo. Ademais, a OMS alega que, além das doenças, podem afetar diretamente no raciocino e na alimentação, devido a presença de substâncias toxicas que afetam o cérebro.
                  Destarte, torna-se evidente, portanto, que é necessário mudanças. Desse modo, o Ministério da educação e instituições de ensino, devem providenciar palestras de conscientizações, visando os problemas maléficos que a nicotina podem causar em casos de excesso ao uso. Ainda mais, o Ministério da saúde por intermédio da mídia, promova campanhas, propagandas esclarecedoras e anúncios na internet, para que interrompam o consumo de tais produtos, logo, a sociedade estará bem mais esclarecida e, possivelmente, o índice de casos serão otimizados.