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    Receber o diagnóstico de uma doença já não é fácil, mas saber que a precariedade de tratamentos podem ser insuficientes para a cura é ainda pior. É além da angústia da espera. Assemelha-se a desordenada divisão celular que promove a neoplasia, seguida da metástase e da perda de membros levando os afetados a variadas sensações de sofrimento, espera e confiança no que pode salvá-lo da morte. Sendo assim, os avanços tecnológicos e científicos tornaram-se motivo de esperança para esses desacreditados. Isso porque novos meios de retirada de tumor, cuidado com doenças neurológicas, motoras e psíquicas foram descobertas e têm emergido no campo das ciências médicas, além de erradicar da sociedade o medo do óbito por muitos pacientes e profissionais da saúde. 
         É inevitável associar o avanço à necessidade, seja de longevidade, seja da diminuição dos custos hospitalares. Por isso, cada nova descoberta é motivo de estudo, busca, investimento e precisão nos resultados para que, posteriormente, vidas possam ser resgatadas. Assim tem sido com a cirurgia de mama, antes retirada por completo para eliminar o tumor e hoje utilizada pequenas cápsulas de iodo que sinalizam a neoplasia e restrinja o local afetado a sofrer eliminação. É como encontrar descanso para o músculo fadigado após uma longa caminhada. Da mesma forma são os doentes ao depararem-se com novas formas de sararem e ainda garantir maior eficiência no resultado. 
         Além da satisfação dos pacientes, o que faz com que a autoestima seja recuperada, a longevidade otimizada, a saúde mental encontre equilíbrio e as patologias sem alternativa de melhorias encontrem saída, existe o envolvimento da economia. Uma vez que a redução no tempo dos procedimentos condiz com menos gastos e maior eficácia. Tão logo, ainda que o meio usado exija altos investimentos, a constância de eventos reflete a diferença entre custo e gasto, com isso garante à população o progresso. 
         Diante disso, é preciso que medidas sejam tomadas para que a contribuição dos avanços medicinais continuem a colaborar com o tratamento de doenças. Para isso, cabe ao Ministério da Educação inserir nas escolas, desde o ensino fundamental ao superior, maiores investimentos e incentivos à pesquisa, através de verbas e projetos, para que assim os estudantes sintam-se capacitados ao campo científico e se tornem pesquisadores de qualidade às futuras gerações por consequência da influência exercida pela instituição escolar. Feito isso, é preciso que os hospitais se inteirem dos avanços obtidos no campo medicinal e incorporem em suas instalações, pois, com isso, os afetados por patologias serão alcançados e as doenças mitigadas ou acompanhadas, logo, os procedimentos agilizados e os custos diminuídos.