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    No contexto da Segunda Guerra Mundial, em virtude do alto investimento das grandes potências em pesquisas, vários setores sociais foram modificados, sobretudo a área da saúde. Com o avanço da medicina, foi possível desenvolver diversos meios de tratamento e prevenção para várias doenças, o que têm contribuído, ainda hoje, para a melhoria da qualidade de vida da população. No entanto, nota-se que, no Brasil, o setor científico não é priorizado pelo Estado, o que tem influenciado na precária situação da saúde pública do país. Assim, deve-se analisar as consequências para sociedade.      
         À priori, a questão governamental e a sua administração estão entre as causas do problema. Segundo o filósofo Aristóteles, a política deve ser usada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira análoga, é possível perceber que a omissão do poder público no que diz respeito ao desenvolvimento científico nacional rompe essa harmonia, haja vista que, no ano de 2017, o governo brasileiro anunciou que haveria cortes de verbas para as áreas de pesquisas, incluindo para as universidades públicas. Isso ocorreu, principalmente, devido ao cenário de crise política e econômica no qual o país estava inserido, porém, não é razoável que as áreas essenciais para o aperfeiçoamento nacional sejam colocadas em segundo plano.
         Outrossim, destaca-se a importância do avanço da medicina para a economia de uma nação. Nesse sentido, percebe-se que, em países em que há forte investimento em saúde de qualidade, como na imunização de toda a população, o índice de doentes é bem menor do que em locais em que a prevenção não é aplicada de forma consistente, o que resulta, por conseguinte, em menores demandas de pessoas doentes em hospitais públicos. Consequentemente, há uma queda nos gastos públicos com remédios e tratamentos, permitindo, assim, que haja um superávit nas finanças públicas. Dessa forma, é imprescindível que o Brasil mude a característica de administração pública, com o fito de possibilitar o aferfeiçoamento nacional.
         Em suma, fica claro que o avanço medicinal contribui para a qualidade de vida da população. Sendo assim, é fundamental que o Governo Federal estabeleça medidas que visem proporcionar o desenvolvimento científico, a fim de promover o tratamento e a contenção de doenças. Para isso, é preciso que a União determine que pelo menos 5% do PIB nacional seja destinado aos setores de pesquisas, como os grandes laboratórios das Universidades, sendo garantido que não faltem materiais e profissionais qualificados para os trabalhos laborais. Cabe aos cientistas trabalharem na criação de vacinas e remédios que deverão ser destinados, pelos Estados, aos hospitais públicos, a fim de garantir o tratamento dos mais necessitados e, desse modo, efetuar a contenção de patologias.