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    É notório que em nossos dias a área da medicina é uma das mais evoluídas, fato que contribuiu com o exponencial crescimento da qualidade de vida das pessoas. Tais avanços tiveram real crescimento no decorrer da 2ª Guerra Mundial e, principalmente, no período da Guerra Fria, em que as tecnologias invadiram a área das Ciências Biológicas. Nesse sentido, convém discutirmos os principais avanços e alguns entraves dessa questão.
           Primeiramente, segundo a historiografia a maiorias das doenças eram tratadas por meio da Sangria, processo extremamente doloroso. Sob essa perspectiva, é notória a imensidão dos avanços medicinais, construídos por mentes brilhantes que proporcionaram uma exorbitante evolução do ser humano, vide um recurso, dentre inúmeros outros, chamado Tesoura Genética, que pode ser usado no tratamento de tumores e até inibir genes de uma doença hereditária; fato que nos dá a dimensão da importância dos avanços biomédicos para o tratamento de doenças. 
          Destarte, há uma contradição em tal questão, pois a indústria farmaceutica está voltada para países desenvolvidos ou em desenvolvimento, ou seja, visam somente o lucro. Isso se evidencia porque locais pobres, como a África Subsaariana, são negligenciados por essa, vide o enorme contingente de mortes por doenças de fácil tratamento ou prevenção e só são percebidos quando enfermidades altamente graves, como o Ebola, os assolam. 
          Portanto, a Organização das Nações Unidas (ONU) deve diminuir as desigualdades no que se refere ao poder sobre as tecnologias propiciadoras do tratamento de doenças, por meio da instituição de políticas públicas e acordos entre países, que visem fazer com que os Estados mais ricos destinem tecnologias aos carentes para o desenvolvimento da medicina e do tratamento de enfermidades . Espera-se, com isso, ter-se tratamentos de doenças em uma escala global, ou seja, democratizar o uso desses.