A contribuição dos avanços da medicina no tratamento de doenças

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    Os avanços médicos e as crenças religiosas 
         
         Os avanços da medicina acontecem desde quando a mesma surgiu, pois é uma área que está sempre em constante evolução para trazer uma melhor qualidade de vida para os cidadãos. As primeiras invenções revolucionárias desta área foram a penicilina, qual combate bactérias; Vacinas para evitar ou até mesmo tratar graves doenças e também, a chance de saber antecipadamente a probabilidade de se ter um problema genético por meio do exame e análise do DNA. 
        Tais progressos trazem inúmeros benefícios para a sociedade, como exemplo disso é possível observar que a expectativa de vida das pessoas tem aumentado cada vez mais em comparação a anos passados, agregando assim um estilo de vida superior. Outros fatores a serem analisados são os casos do diagnóstico de patologias ainda na gravidez e uma melhora significativa no tratamento de doenças consideradas as que mais matam, como AIDS e câncer. 
         Entretanto, a Igreja tem grande influência nas decisões médicas, principalmente quando se trata de transfusão sanguínea e atualmente, também na questão das células tronco. Em livros da Bíblia, como em Gênesis, Levíticos e Atos dos Apóstolos é descrito que não se deve consumir sangue de outra pessoa, tanto oralmente, quanto por via intravenosa. Além disso, quando se trata de menores de idade, consta na Constituição Federal e no Estatuto da Criança e do Adolescente que eles têm direito a vida e a saúde, independente de quaisquer outros motivos.         
        Assim sendo, para que a medicina e a religião se aliem, os hospitais devem incluir em seus cronogramas uma reunião semanal, a qual todos os profissionais e trabalhadores do local possam discutir a respeito das crenças religiosas, espirituais e cristã, assim tendo uma visão mais ampla das situações que acontecem sem explicação médica e entendendo no que cada um acredita. Ademais, esses funcionários também devem ser incentivados a frequentar a capela do local de trabalho, para assim refletir, independente do que acreditam.