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    Realidade da medicina
          Na transição da idade média para idade moderna, ocorreu um fato histórico que ficou conhecido como, Peste Negra, uma doença que até atualmente não tem diagnóstico exato definido, e que devastou a Europa feudal, matando mais de 40% da população. Contudo, atualmente, a contribuição dos avanços da medicina no tratamento de doenças tem sido muito positiva, evitando que epidemias se alastrem da forma como ocorreu com a Peste Negra. Mas, melhorias não somente na estrutura dos institutos de pesquisas, mas também nos incentivos aos pesquisadores, precisam ser feitas para que esse avanço ocorra de forma mais rápida.
          Juntas tecnologia e medicina fazem avanços e estão construindo uma nova realidade para pessoas com doenças que antes eram consideradas incuráveis. Entretanto, esses procedimentos de novas pesquisas caminham em passos curtos, pois não se tem os investimentos necessários para acelerar as pesquisas e adquirir novas tecnologias, o que gera mais transtornos para a saúde nacional. Exemplo disso, são tratamentos efetivamente comprovados contra o câncer, com novas tecnologias, ocorrendo em outros países desenvolvidos, mas que ainda não estão sendo implantados no Brasil, devido ao alto custo.
          Faz-se mister, ainda, salientar os baixos salários e a falta de reconhecimento aos profissionais que dedicam sua vida, para descobrir novas tecnologias que trarão avanços para salvar outras vidas. Logo, é compreensível a desmotivação e a lamentação que as vezes é percebida em constantes entrevistas exibidas nos veículos de comunicação, mas, mesmo com todas as dificuldades, esses pesquisadores não se deixam abalar, e fazem o que podem com os poucos recursos que têm. Segundo Carlos Drummond de Andrade, escritor brasileiro, num poema publicado na revista antropofagia, no ano de 1928, "No meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho". Dessa forma, é retratada as dificuldades encontradas por todas as pessoas em seus caminhos. 
          Infere-se, portanto, que ainda há entraves que impedem a solidificação de tratamentos efetivos para curar pessoas com doenças graves e que causam bastante sofrimento. Consequentemente, urge que o governo faça melhores investimento na área de saúde, melhorando as estruturas e adquirindo novas tecnologias para os laboratórios de pesquisas, e também melhore os salários dos pesquisadores, pagando uma premiação pecuniária para quem desenvolver um projeto que realmente contribua para avanços da medicina no tratamento de doenças, com isso espera-se que em muito breve seja alcançado o objetivo de ter um tratamento efetivo para cada doença existente.