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    Na série 'O Alienista', a obra retrata a vida de um psiquiatra no século XIX, o qual eram chamado de alienista, pois acreditava-se que pessoas com doenças mentais estavam alienadas pelo seu estado de natureza, na pesquisas de tratamentos e sintomas de pacientes com transtornos psiquiátricos. Á vista disso, a contribuição dos avanços da medicina no tratamento de doenças foi a forma mais acessível e humana de se resolver enfermidades, visto que, nos séculos passados as consultas e medicamentos, além de ser inacessível a boa parte das classes, eram cruéis e desumanas.
               Em primeiro plano, um garoto de 15 anos, norte-americano, criou um diagnóstico para câncer no pâncreas que pode ser feito em 5 minutos, ou seja, muito mais eficiente e menos invasivo, de acordo com a revista VEJA. Em virtude disso, com o progresso de métodos de cura, os medicamentos e os testes se tornam cada vez mais rápidos e baratos. Dessa maneira, a contribuição na medicina nas formas de tratamento está na acessibilidade que ela vem proporcionando, criando métodos de baixo custo que podem ser usufruídos por toda população, de forma que a saúde não seja elitizada como antigamente. 
                  Ademais, como relatada na série citada, os doentes mentais eram enjaulados, marginalizados e cruelmente tratados nos manicômios antes dos avanços dos estudos em medicina, segundo a UOL. Em razão disso, sem o conhecimento necessário sobre o corpo humano, boa parte das enfermidades eram tratadas como castigos divinos, logo, submetendo esses indivíduos a atividades dolorosas e cheias de sofrimento. Desse modo, o progresso da medicina nos tratamentos está relacionada à um bom tratamento que ofereça o máximo de conforto possível, além da quebra da relação entre religião e medicina, o que proporcionou grandes avanços científicos que solucionassem o problema de forma pacífica. Como diria Aristóteles, 'apenas por meio da justiça pode-se chegar ao equilíbrio', ou seja, apenas por intermédio da humanização dos doentes a sociedade pode entrar em harmonia.
                   Entende-se, portanto, que para que se continue um serviço médico acessível e humanizado, necessita-se de mais investimentos em pesquisas para continuar o progresso da medicina. Dessa forma, cabe ao Ministério da Saúde, junto ao Ministério de Ciências e Tecnologias, por meio de investimentos em cientistas, promover feiras de ciências que apresentem ideias e tecnologias para a medicina desde ensino fundamental ao ensino superior, para incentivar a criação de novos métodos e avanços na área. Por fim, cabe ao Ministério da Saúde, por intermédio do financiamento dos cientistas, aumentar a porcentagem do PIB direcionados à ciência, para que mais indivíduos possam desenvolver e impulsionar os meios de tratamentos no país.