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    O escritor brasileiro Machado de Assis descreveu em seu livro Memórias Póstumas de Brás Cubas, um defunto autor, cuja causa da morte foi pneumonia. Embora a verossimilhança da história seja interna, um fator é comum a realidade: as doenças possuíam altos índices de mortalidade. No entanto, os avanços da medicina na contemporaneidade possibilitaram um estímulo às pesquisas científicas e a diminuição da mortalidade no país.     
      Nesse contexto, é necessário analisar que o avanço da medicina impulsionou a área da pesquisa científica. De acordo com a Universidade de Leiden, na Holanda, a produção científica brasileira na área da saúde está concentrada nos grandes centros de tecnologia, - os institutos universitários - entre eles, a USP (Universidade de São Paulo). Dessa maneira, é possível que novos métodos de terapia de doenças sejam desenvolvidos com o objetivo de melhorar a qualidade de vida da população.
      Além disso, a diminuição da mortalidade no Brasil é consequência dos novos tratamentos na área da medicina. Nesse sentido, a descoberta da vacina e dos antibióticos  foram fatores primários que possibilitaram que as mortes antes comuns se tornassem menos frequentes na sociedade. Na mesma medida, hoje, o estudo da biologia molecular forneceu dados imprescindíveis para tratamentos de doenças mais complexas, como o câncer. Logo, a diminuição das mortes se dá pela segurança dos novos recursos terapêuticos.
      Infere-se, portanto, que os avanços na medicina contribuíram para a redução das mortes e gerou maior interesse dos pesquisadores. Nessa perspectiva, o Governo Federal concomitante ao Ministério da Pesquisa e Tecnologia pode atuar no investimento das universidades, em busca de parcerias com empresas privadas interessadas em motivar a descoberta de novos recursos de maneira que favoreça a área da saúde. Assim, doenças como a pneumonia poderiam ser evitadas e se conhecidas permitiriam que Brás Cubas desenvolvesse seu importante emplastro anti-hipocondríaco.