A crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia

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    É de conhecimento de uma grande parte da população que para se ter energia é preciso a utilização da água. Por serem fatores interligados, quando ocorre uma crise em algum deles, o outro acaba recebendo o mesmo prejuízo, nesse caso, sem um índice pluviométrico bom, a energia será afetada e acabará impactando a população.
       Visto isso, a problemática da seca não é uma novidade, em meados de 1915, o nordeste vivenciou a pior seca da história, conhecida como 'seca do 15', onde a população com rios, lagos e açudes secos precisaram ir em busca de campos de concentrações militares para os ajudar com alimentos e água. Já na atualidade, a cidade de São Paulo foi a que mais sofreu no ano de 2014/15 com a pior seca dos últimos 84 anos, segundo os boletins legislativos, com o nível do cantareira em 5,1% chegando ao volume morto.
       Sendo assim, toda essa escassez de água acarretou diversos prejuízos para a população paulista, sendo um deles a falta de energia em uma parte da Metrópole, que precisou utilizar de meios para poder satisfazer a todos, com o racionamento de água, o que preservava não somente a mesma, como a energia também. Visto que a hidrelétrica é o meio mais utilizado para a geração de energia na atualidade, algumas empresas têm receio de investir nas mesmas, por conta dos períodos de chuvas que são instáveis.
       Portanto, medidas são necessária para resolver o impasse, com uma maior organização do governo, visando a utilização de outros meios de geração de energia, e também, com a criação de uma reserva interligada ao cantareira para cada bairro da cidade, que durante o período chuvoso "guarde" a água e na época de escassez a utilize na constituição de energia.