A crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia

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    Na sociedade brasileira, a crise hídrica e a falta de energia são problemas muito presentes e estão interligados. Assim, isso deve ser enfrentado, uma vez que a sociedade sofre com a escassez de água pela falta de energia. Nesse sentido, dois aspectos fazem-se relevantes: o desperdício corriqueiro de água e a falta de investimentos no setor de desenvolvimento de energia.
            Atualmente, a demanda de água aumentou muito no Brasil, tanto para o consumo como para produção em diversas empresas. Como nosso país é um agroexportador que utiliza irrigações e tem como principais geradores de energia as hidrelétricas, o uso da água é de extrema prioridade. Nesse ínterim, é possível notar que como se utiliza muita água nos diversos tipos de plantações e há um grande desperdício pelas pessoas, infelizmente, a falta de água acontece muito, prejudicando, assim, a produção de energia por falta de potência nas hidrelétricas.
             Ademais, de acordo com uma pesquisa realizada pela revista " Veja", dados estatísticos mostram que com a falta de energia a água não chega à cidade e não tem tratamento, pois para bombear a água da mina à cidade é necessário energia elétrica . Dados do jornal " O globo ", revelam que o Brasil não possui formas que sustentem a falta de energia das hidrelétricas devido a falta de investimentos do governo e com isso é notável que o país não investe o suficiente em novas formas de produção de energia para que quando houver falta de água não falte energia.
             Fica evidente, portanto, há um descaso pelas pessoas e pelo estado em relação a água. Dessa forma, o governo deve incentivar as pessoas através da TV, escolas e jornais a economizarem água. Além disso, o governo deve entrar em parceria com universidades e faculdades para criar cursos de capacitação para agricultores e empresários que os ensinarão a utilizarem, sem desperdícios, a água em suas produções no agronegócio e nas industrias. Somado a isso, o governo deve incentivar pesquisas nas universidades para desenvolver novas formas de produção de energia.