A crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia

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    Energia líquida 
           Oriunda da carência de planejamento governamental, em conjunto com a supressão da consciência ambiental antrópica, a má gestão de recursos hídricos nacionais afeta caoticamente o setor energético local, ocasionando efeitos e consequências inerciais, nocivas e recíprocas ao corpo social.   
          Primordialmente, é sempre bom salientar que, a água, como precursora da locomotiva energética nacional, de maneira semelhante a praticamente todo recurso natural, é renovável se usada de forma planejada e precisa. Cerca de aproximadamente "seis décimos" da água doce existente no planeta, não está disponível para o uso. As Usinas Hidrelétricas, responsáveis por cerca de 70% da energia total brasileira, dependem exclusivamente da disponibilidade deste meio, uma vez que o potencial elétrico é atingido a partir da "queda d'água".
          Ademais, em contraste com o fato de o Brasil ser uma "mastodôntica bacia hidrográfica mundial", a má administração hídrica que eclodiu durante os governos de Fernando Henrique Cardoso e Dilma Rousseff, aliada as ações antrópicas oriundas da indústria, agropecuária e atividades domiciliares, acarretou diversas consequências à esfera pública. Em razão dos diversos "apagões" vivenciados nas duas últimas décadas no país, empresas que elaboram geradores movidos a combustíveis, por exemplo, tiveram um aumento significante no que se diz respeito ao número de vendas dos equipamentos. 
          Além disso, o acrescentamento de um determinado valor na conta de energia  em decorrência do aparecimento da temida "Bandeira Vermelha", como também a ameaça de faltar energia durante um certo intervalo de tempo, são alguns dos efeitos tangentes a essa problemática.  
          Destarte, conforme diz Newton, um corpo tende a permanecer em seu estado inercial a menos que uma força atue sobre ele. Sendo assim, a aplicação de forças provenientes de ações governamentais, educacionais e individuais é imprescindível para combater o percurso da má gestão hídrica no Brasil. Dessa forma, a Entidade Federativa deve investir mais na construção/funcionamento de Parques Eólicos, como fontes alternativas de energia limpa e renovável. A ANEEL precisa operar com confiabilidade, tentando sempre evitar os cortes de energia, e ativar os geradores termoelétricos somente nos períodos de crise, que tendem a variar em um período de 10 a 12 anos. Outrossim, escolas/universidades devem atribuir campanhas de preservação da água voltadas, não apenas para o uso doméstico, mais para os demais setores nacionais. O indivíduo deve, além de conscientizar, mudar seu comportamento diante o impasse, fazendo sempre uma auto-avaliação.