A crise política e a sociedade: como contornar divergências políticas nas relações sociais?

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    Aristóteles, filósofo grego, fez a seguinte afirmação: "o homem é um ser político por natureza”, pois, o indivíduo que vive em coletivo é também social e delibera sobre temas referentes ao bem comum. A sociedade contemporânea é politicamente ativa, mas intolerante ao pensamento individual, principalmente nas mídias sociais onde há demasiadas discussões referente à política, o mecanismo de comunicação inúmeras vezes proporciona a capacidade de anonimato, que por sua vez possibilita a liberdade de expressão, mas que também é geradora de repressão dessa forma, tanto o conhecimento como a intolerância pode ser usada pelo usuário.
    O ódio é inerente à intolerância, pois, o indivíduo que é intolerante não possui conhecimento e nem capacidade interpretativa da opinião alheia, seja sobre política, religião ou orientação sexual. Dentro do processo de socialização, é comum que o sujeito se relacione melhor com grupos de valores similares, há grupos que o preconceito e incitação à violência é tomado como princípio, esses  podem se infiltrar dentro de um comício ou debate apenas para criar tumultos de mesma forma acontece na internet.
    A tecnologia e a forma do homem se comunicar evoluíram, propiciando o ser humano primitivo a ter informação sobre tudo, principalmente sobre os governos e sua atuação na sociedade,o sujeito  que filtra o conhecimento e discute saudavelmente com seus amigos, familiares e companheiros provavelmete orgulharia Aristóteles pois seria um sujeito virtuoso.
    A participação da população é a essência da republica, e isso deve ser mantido mas para que não haja conflitos, a instituição política deve criar leis que atinjam a mídia social e executa-las com mesma importância que é tratadas as demais, dentro das leis deverá conter punições conforme a gravidade do delito e na instituição escolar o foco será a construção moral do cidadão com aulas aprofundadas sobre ética e cidadania, dessa forma a população não acabará como o leviatã de Thomas Hobbes e sim  regida pelos lemas  da revolução francesa igualdade, fraternidade e liberdade.