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    É discutível acreditar que um indivíduo nasce corrupto, visto que ele é resultado de suas características genotípicas com o meio no qual se relaciona. Desta forma, se a sociedade for corruptível, ele também torna-se-á caso permita-se. 
       Entretanto, ao observar a história de formação política do Brasil, faz-se crer que seus avanços são diversas vezes frutos de um reajuste de normas para evitar uma corriqueira desonestidade. Como por exemplo a criação das casas de fundição no período colonial brasileiro, a fim de evitar a sonegação do quinto pago à coroa portuguesa. Como também a mudança da tolerância com "Lei seca", pois a população não estava cumprindo o limite alcoólico anteriormente proposto. Nesta ótica, observa-se que a corrupção parte da população. 
         Contudo, os políticos também fazem parte da camada corrupta da nação brasileira. O prejuízo que eles causam aos cofres públicos, muitas vezes são revertidos à população, prejudicando-a cada vez mais. Como é o caso da proposta de emenda constitucional (PEC) do "teto", onde visa limitar os gastos em áreas como a saúde e educação. Com isto, visa-se reduzir o desfalque financeiro da nação, no entanto acarretará em uma direta limitação dos avanços nessas áreas. 
        Deste modo, conclui-se que há prejuízos advindos da corrupção e para inverter este histórico quadro do Brasil, torna-se necessário uma mudança de postura da sociedade e dos governantes, por meio de campanhas veiculadas pelos diferentes meios de comunicação promovendo contrapropagandas, objetivando uma maior abrangência à causa. Como também, criação de um órgão responsável pelo recolhimento e investigação de denúncias desse ato efetuado por funcionários públicos de todos os setores. E caso após averiguação se comprove atos hediondos, estes devem ser adequadamente punidos de acordo com seus atos, para dessa forma, reduzir ao máximo a sensação de impunidade.