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    Na colonização brasileira foi criada a primeira escola primária por jesuítas comandados pelo padre Manuel da Nóbrega, a qual objetivava trazer o conhecimento ao país ensinando matérias básicas, tal fato provocou impacto social. No Brasil, é evidente que há um grande número de presos que, ao sair da prisão, não conseguem se ressocializar, infelizmente, influenciando-os a se corromper novamente. Nesse sentido, é notório que a educação é eficiente no processo de ressocialização desses, mas que, de forma infeliz, se mostra como utopia em países que não investem na educação de detentos.
         A priori, é essencial que o Estado assegure aos reclusos os seus direitos que rege no artigo 205 da Constituição Federal, todo cidadão tem direito à educação. De acordo com o portal de notícia Nexo, o Brasil só consegue garantir acesso à educação formal para, em média, 11% de seus mais de 600 mil presos. Em vista disso, é indubitável a falta de responsabilidade do governo com a ressocialização dos presos perante a sociedade.
          A posteriori, como afirmou o jurista Cesare Beccaria, "É melhor prevenir os crimes do que ter de puni-los. O meio mais seguro, mas ao mesmo tempo mais difícil de tornar os homens menos inclinados a praticar o mal, é aperfeiçoar a educação". O legista confirma em sua declaração a necessidade do ensino, para que o indivíduo não perpetre crimes no futuro. Outrossim, é visível que para precatar erros no venturo é indispensável a educação para as crianças, visto que eles são o futuro do país.
       Em vista dos fatos elencados, é fundamental que a educação, na ressocialização de detentos seja realidade. Dessarte, é imprescindível que o Ministério da Justiça, em consonância com a Segurança pública, invistam em bases de ensino dentro do presídio, como bibliotecas que ofereçam bons livros didáticos e também professores capacitados, a fim de uma boa ressocialização quando estiverem de volta ao corpo social. Portanto, que seja exercida a frase de Beccaria.