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    Desde os tempos mais remotos, a privação a liberdade se faz presente para crimes cometidos contra a sociedade. A pauta da ressocialização de detentos se faz presente em muitos debates, mas a questão que fica é, será mesmo uma utopia?
      A situação das penitenciárias no Brasil é calamitosa, cadeias e presídios superlotados, em condições precárias, esse contexto afeta diretamente toda a sociedade que recebe os indivíduos, que saem desses locais da mesma forma como entraram ou piores, uma vez que não se possui recursos tecnológicos e estruturais.  
      Em 2010 foi criada a lei que estabelece a educação básica em todas as unidades penitenciarias, no entanto uma grande parcela da sociedade não concorda com o tal feito, desse modo questiona-se o porquê da educação ser dada depois do ato já feito e não antes. 
      Atualmente no Brasil a escolaridade tem diminuído cada vez mais entre jovens e adolescentes, não há investimentos na tecnologia e na estrutura de muitas escolas públicas. Com o grande decaimento da escolaridade o aumento da criminalidade é imprescindível, fazendo com que surjam problemas maiores.  
      Por tanto uma medida cabível seria a conscientização do erro cometido pelo detento, mostrando a sociedade que é possível a reabilitação, pois não se pode mudar o que passou, mas sim construir uma nova história a partir da condenação do detento, que pagará por sua reabilitação e terá que se desculpar com suas vitimas e até mesmo indenizá-las civilmente conforme o código civil.