A educação como solução ressocialização de detentos: utopia ou realidade?

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    No Brasil, no final do século XVIII, surgiram os primeiros projetos das penitenciárias, desde então, leis foram criadas e aplicadas para que assim, houvesse um sistema punitivo adequado para cada situação. Porém, atualmente, a maioria dos presídios do país se encontram em péssimas condições. Tal fator influencia diretamente na punição e na reintegração dos detentos na sociedade.
       A Lei 12.245, de 2010, obriga todas as unidades penais a oferecer educação básica e profissionalizante a seus internos, no entanto, a realidade não coincide com o preceito pois, maior parte das cadeias não apresentam infraestrutura adequada para que o mesmo seja cumprido.
        A população tem uma dificuldade em aceitar ex-detentos na sociedade, já que a maioria deles voltam do mesmo jeito ou até pior para o meio. Pois dentro das cadeias os presos se deparam com celas lotadas, situações de sobrevivência precárias e muita violência, além de passarem tempo demais ociosos.
        Contudo, o governo deve aprimorar as leis que obrigam os presídios a cederem educação básica e profissionalizante aos detentos, e também promover campanhas que induzam a população a aceita-los na sociedade. Além de o estado poder oferecer vantagens a quem emprega a mão de obra dos mesmos, para que assim eles possam se ressocializar e terem uma oportunidade de trabalho.