A educação como solução ressocialização de detentos: utopia ou realidade?

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    Relativo ao sistema carcerário,é possível afirmar que precisam de reformulação no que se refere a forma de tratamento do detento,buscando não apenas a punição,mas sua ressocialização.Segundo Socrátes "aquele a quem a palavra não educar,o pau também não educará",se torna evidente a verdade nisso quando observador os níveis de reencarceramento no Brasil,sendo a educação a melhor forma de muda-los ,porém nem sempre possível.
    Tendo em vista países como EUA e Brasil,que não tem um sistema carcerário com  tendência ao uso de educação como ferramenta de reabilitação,observam-se taxas de reencarceramentos visivelmente maiores do que as de países escandinavos,que adotam esse método .Sendo assim,as prisões devem parar de ser vistas apenas como meio de punição.
    Entretanto,se torna-se inviável que um sistema carcerário com presídios sem infraestrutura,enfrentando grave  crise de superlotação como as rebeliões no inicio do ano evidenciaram,tenham meios de adotarem medidas educativas. Uma vez que o carcere não tira dos detentos o direitos básicos,esta situação é inaceitável.
    O sistema prisional,portanto,deve ser alterado visando bem mais do que apenas punir o detendo,mas também a  reintrodução destes na sociedade. Cabe ao sistema executivo melhorar as prisões e criar medidas que melhorem a infraestrutura das prisões,tornando possível a educação nesses ambientes.É importante também que ONG's e outros projetos privados de educação se engajem nessa causa.