A educação como solução ressocialização de detentos: utopia ou realidade?

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    Sabe-se que na sociedade brasileira contemporânea a marginalização tem sofrido um brusco aumento, tanto por adultos quanto por jovens e adolescentes. Recentemente, foi criada uma lei com intuito de incentivar os detentos a prática do ensino básico. Contudo, em muitos presídios não houve adesão desse incentivo por falta de infraestrutura.
         Através desses privilégios  aos detentos, são abertas novas oportunidades tanto nos presídios quanto fora, pois como já escrito pelo sociólogo Bentinho ''O jovem não é o amanhã, ele é o agora''. Ao oferecer uma base educacional, a mente é expandida para novas buscas e novos valores ou até mesmo uma nova vida, fora da criminalização. Os indivíduos passam a ser orientados e são embasados  a ter um futuro, com chances de saírem dos presídios sendo pessoas transformadas.
         No entanto, com a falta do apoio econômico, inúmeros presídios brasileiros ainda não adotaram essa oferta. Muitos  desses ambientes não têm estrutura para aderir  centros de educação, o que resultaria em reformas que trariam gastos, e atualmente os investimentos são para  obter a segurança máxima. Desvalorizando assim a saúde e educação nos sistemas penitenciários.
          Portanto, torna-se necessária a demanda de investimentos financeiros do governo, tanto na área de segurança quanto na educação dos presídios. Possibilitando assim  inicialmente o ensino básico e visando a aberturas de cursos técnicos. Fazendo com que detentos trabalhem e tenha laços com a educação, trazendo consigo a oportunidade de dignificação de caráter.