A educação como solução ressocialização de detentos: utopia ou realidade?

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    Segundo Paulo Freire - Se a educação não transforma o mundo, sem ela tão pouco a sociedade mudará -. Assim, a mesma possui função importante de transformação social, sendo artifício importante na ressocialização de detentos, que convivem diariamente com um sistema penitenciário tido arcaico, onde se ver presente o confinamento, abandono e insalubridade, igualando-os aos primeiros indivíduos confinados da história. Mediante isso, a educação seria solução para a ressocialização de detentos, em uma sociedade preocupada apenas com o afastamento dos mesmos do meio social?
     A detenção de indivíduos que cometem crimes possui um papel de transformação na ressocialização das mesmas, no entanto, se manifesta ineficiente, tendo em vista a falta de recursos disponibilizados para o sistema penitenciário. Ainda assim, o Governo como agente que deve continuar a garantir os direitos constitucionais de tais indivíduos - como à educação, segurança individual, entre outros, não cumpre atualmente tal papel.
     Por conseguinte, ainda segundo Paulo Freire - A educação não transforma o mundo, ela transforma pessoas e pessoas transformam o mundo - logo, a mesma seria eficaz na ressocialização de detentos, agindo como papel de transformação, tornando-se realidade bem como modificando o conceito de que a mesma seja utopia.
     Assim, como agente direto na vida social, cabe ao Governo maiores repasses de verbas para a modificação na estrutura das penitenciárias, para que os detentos possuam condições satisfatórias, para que os detentos possuam condições satisfatórias de conseguir ressocializar-se, bem como à administração municipal deve investigar tais condições. Assim, tornar-se-ia mais fácil a ressocialização de tais indivíduos, garantindo a contiguidade de seus direitos e formando indivíduos que comprovem as teorias de Freire.