A educação como solução ressocialização de detentos: utopia ou realidade?

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    Educação, a prática que muda vidas
    De acordo com o Jornal da Globo, cerca de 70% dos ex-detentos brasileiros voltam a cometer crimes, e um dos possíveis fatores que poderiam mudar este número é a educação, sendo que através da mesma pode-se mudar pessoas e sociedades.
    Os presídios brasileiros, atualmente, encontram-se em condições precárias de infraestrutura e saneamentos básicos, além, da superlotação, como é descrito no artigo "Situação do sistema prisional brasileiro", no site da Câmara de Deputados.
    A falta de infraestrutura, a superlotação e a violência, imposta por alguns agentes penitenciários e gangs, atuam como barreiras para a reeducação social dos detentos. A realidade vivida nos presídios brasileiros fica nítida em alguns relatos, fornecidos pela TV UOL, de detentos.
    Portanto, encontra-se a necessidade da construção de novos presídios, pelo governo, para reduzir a superlotação, além da implantação de projetos sociais, como o cultivo de hortas, para o sustento de uma boa alimentação no presídio, onde os próprios detentos serão responsáveis pelo seu canteiro de hortaliça, pela parceria do governo com ONGs
    O esporte e a leitura, também são grandes aliados na reeducação social, pois, com a realização de campeonatos entre os detentos, os mesmos terão que lidar com vitórias e perdas respeitando uns aos outros socialmente, e a leitura é propicia ao conhecimento, seja técnico ou social.
    Nelson Mandela disse uma vez que "A educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo.", e é através da mesma que a sociedade mudará ao aceitar a mudança de um ex-detento e que o detento será capaz de mudar.