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    A constituição federal de 1988 - norma de maior hierarquia no sistema judiciário brasileiro - assegura a todos o direito à educação. Contudo, a história tupiniquim demonstra uma grande cultura de descaso ao saber formal, mesmo sendo de conhecimento comum que a educação é o principal motor de desenvolvimento das nações mais prósperas e anda lado a lado com as transformações sociais. 
          A priori, é necessário ressaltar que a maior riqueza que podemos ter é o direito ao conhecimento, pois ele é o único bem que não pode ser retirado. Segundo o filósofo inglês Herbert Spencer, " O grande objetivo da educação não é o conhecimento, mas a ação". Analogamente, ao analisar o subdesenvolvimento do país, nota-se uma grande despreocupação com relação aos investimentos no processo educacional, haja vista, que o desenvolvimento de uma nação passa diretamente pela educação e o Brasil encontra-se entre os últimos lugares no ranking de desenvolvimento educacional da América latina.       
    Além disso, é primordial ressaltar que o conhecimento possibilita o rompimento de barreiras ao promover o pensamento crítico e a busca por soluções dos mais diversos problemas sociais. Porém, para que o conhecimento possibilite novos horizontes, faz-se necessária uma mudança no sistema educacional tradicional, pois a metodologia usada se preocupa apenas com os resultados acadêmicos em detrimento a uma formação humanística. 
    Urge, portanto, que o direito à educação seja, de fato, assegurado na prática, como prevê a constituição de 1988. Sendo assim, é necessário que os governantes, em parceria com o Ministério da Educação, ampliem os investimentos na educação para além do ensino tradicional, buscando meios de incentivar o interesse dos estudantes pelo conhecimento e seu uso, mostrando como ele pose ser usado para modificar o ambiente ao seu redor. Colocando o foco na educação e se inspirando nos países mais desenvolvidos, o Brasil poderia, enfim, sair dessa situação de subdesenvolvimento.