A educação como veículo de mudança na sociedade

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    Na distopia Fahrenheit-451, Morgan é um bombeiro que provoca incêndios destruindo livros. Tê-los é crime e o conhecimento é controlado. As pessoas são vazias e alienadas da realidade que as cercam. Apesar da obra ser uma ficção pode-se encontrar paralelos com a sociedade atual em que a falta de instrução alheia a população e freia o processo de transformação social.
          Primeiramente, é importante citar que no Brasil a Constituição Federal de 1988, garante à todos o direito a educação. No entanto, essa garantia não está sendo cumprida em sua totalidade, visto que em 2017, segundo o IBGE, a sociedade brasileira tem 11,7 milhões de analfabetos, o que corresponde a 7,2% da população.
          Além disso, convém ressaltar que quanto mais instrução um indivíduo obtém, maior a possibilidade dele ter uma melhoria na qualificação profissional e assim contribuir individualmente e coletivamente para a construção de um país melhor. O educador Paulo Freire diz: "A educação não transforma o mundo.  Educação transforma pessoas. E pessoas transformam o mundo."
          Diante disso, fica evidente que, a fim de ter uma sociedade melhor, o governo, que é o principal responsável por garantir a educação, tendo em vista a Constituição de 1988, deve aumentar os investimentos na parte educacional, desde a pré-escola até o ensino superior, dessa forma oferecer uma educação de qualidade e formar cidadãos instruídos. Além disso, divulgar mais amplamente programas como o ENCCEJA, facilitando a conclusão dos estudos e assim reduzir as taxas de analfabetismo. E com essas medidas em conjunto estimular o processo de transformação social.