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    A sociedade constitui-se de pessoas que se transformam ao longo do tempo, que mudam a forma de pensar e agir. Isso faz com que uma geração não seja, necessariamente, igual a uma anterior. Entretanto, a cultura brasileira está sendo dificultada, principalmente pelo comportamento e atitudes de não aceitação entre as pessoas. Nesse sentido, é válido analisar as principais causas da problemática e buscar resoluções para o impasse.
       A fragmentação da cultura é um dos principais paradigmas que envolve aspectos sociais. Isso decorre por comportamento determinado pelos costumes de um povo e achar superior a outra, por exemplo, o etnocentrismo, posição que gerou destruição de cultura. Por consequência disso, está relacionado ao que herdamos socialmente sobre o futuro. Desse modo, evidencia-se do reforço da prática de regulamentação como forma de combate à problemática.
       Outrossim, destaca-se a aculturação como impulsionador desse fator. Trata-se da desintegração de uma ou várias culturas, sob a influência dos contatos que se estabelecem entre os grupos. Apesar da criação do IPHAN (instituto do patrimônio histórico e  artístico nacional) que visam preservar, divulgar e fiscalizar os bens culturais do Brasil, ainda, há brechas que permitem a ocorrência dos crimes, como as muitas vítimas deixam de efetivar a denúncia. Não é atoa, então, que existem conflitos atualmente que devem ser observados. 
       Portanto, medidas são necessárias para tornar-se melhor aceitação de diferentes culturas. A fim de amenizar ou solucionar o governo deveria firmar, como o próprio IPHAN, parcerias para realizar programas que estreitem o diálogo com a sociedade sobre reconhecimento, proteção e promoção do patrimônio cultural. Ademais, estimular a participação da mídia capazes de se propagar campanhas de conscientização nos meios de comunicação a fim de desconstruir preconceitos enraizados, fiscalizando e garantindo o exercício dos direitos da população.