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    Quando se trata de cultura e sua miscigenação o Brasil é campeão, funcionando como um funil que joga a cultura mundial em um único lugar. No Brasil, pode-se ir a um restaurante que vende comida italiana, com pimenta mexicana com acompanhamento japonês, isso não é diferente na música, ou na televisão, mas será que nessa cultura misturada, sobra espaço para nossa história? É uma resposta difícil, que requer uma analise de regiões brasileiras, mas todas elas  tem uma coisa em comum, valorizam sua identidade na cultura, e deixam essa identidade mais viva e forte.
      Ao olharmos o nordeste e sua cultura, ela não é tão diferente da cultura sulista por exemplo. No sul a cultura ainda mantem o espirito separatista do Rio Grande do Sul, isso se vê nas músicas, que passam o entendimento que o gaúcho é brasileiro porque quer e que venceu batalhas pela autonomia de seu estado. No nordeste encontramos músicas tipicas de cangaço ou mesmo das lutas do povo nordestino, contra a pobreza, a seca e os holandeses, no sudeste podemos citar os bandeirantes, que os paulistas tem muito orgulho, e tudo isso exposto em nomes de ruas, praças e nas suas manifestações culturais. Então respondendo a pergunta anteriormente feita, se sobra espaço para a história brasileira na cultura popular, a resposta é sim, sobra muito espaço.
      A valorização da história na cultura, está fortemente ligada a noção de identidade de um povo. No Brasil, diversos povos, de diversos lugares vivem em harmonia, e isso gera o risco da perda de identidade, que ela possa ser diluída no meio de tantas identidades. Isso ressalta a importância do antigo ministério da cultura e diversos meios de comunicação. Essa busca por identidade gera uma busca pela sua história, que gera uma expressão e orgulho dessa história, seja na música, na dança, nas pinturas etc. A cultura expressa a identidade de um povo, e essa identidade é importante para saber sua história.