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    A Semana de Arte Moderna, ocorrida no Brasil em 1922, trouxe consigo a quebra de paradigmas sob as culturas presentes no país, bem como o nacionalismo mais crítico e ético. Desse modo, percebe-se que a cultura popular tem ganhado mais espaços para discussão e implementação na história brasileira. Nesse contexto, há dois fatores que não podem ser negligenciados, como a percepção da valorização dos povos e a formação da identidade nacional.
    Em primeira análise, cabe pontuar que o governo brasileiro tem dado passos em avanço à valorização dos costumes africanos e suas raízes no país. Comprova-se isso por meio da tentativa de implantar o ensino da cultura africana no Plano Nacional da Educação, levando, assim, a difusão do conhecimento da história negra aos cidadãos. Dessa forma, desenvolve-se a consciência social a respeito do passado histórico tão sofrido e ao mesmo tempo rico desse povo, como tentativa de aniquilar as práticas racistas persistentes no Brasil.
    Ademais, convém frisar que precisa-se criar uma identidade que transborde o sentimento de pertencer a uma nação. Uma prova disso está na importância da cultura popular agregadora e enriquecedora de toda a história brasileira, de modo que protege os costumes dos antepassados, bem como fortalece os laços para difusão das suas práticas. Diante disso, está a luta permanente pela proteção aos indígenas pela FUNAI (Fundação nacional do índio), a exemplo do monitoramento da Reserva da Jaqueira, aldeia Pataxó na cidade de Porto Seguro, que ainda preserva suas raízes.
    Em vista do argumentos apresentados, medidas são necessárias para atender a problemática. É imprescindível que o Ministério da Educação desenvolva projetos que integrem estudantes e familiares, expondo em feiras e palestras escolares a importância do reconhecimento da cultura popular. Além disso, é essencial a associação de ONGs e mídias publicitárias no lançamento de campanhas que ressaltem a noção de identidade nacional e a consequente valorização do povo brasileiro.