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    Todos sabem que, no Brasil, há tempos, observa-se uma grande miscigenação de culturas de vários povos que contribuiram para a formação do espaço geográfico brasileiro. Essa mistura é de fundamental importância para a construção de identidades culturais de um país que acabam produzindo uma memória na sociedade.
    Em consequência disso, nota-se uma grande variabilidade cultural no país como a fabricação de remédios caseiros através de ervas e outras plantas medicinais. Esse conhecimento é transmitido por passar das gerações e contribui para o chamado conhecimento popular ou então de costumes, que também estão relacionados à pratica de danças, lutas ou até religiosidade; nas quais podem ser reconhecidos como patrimônios culturais pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) que contribuem historicamente como fontes documentais acerca dos aspectos de cultura.
    Por outro lado, a grande valorização de culturas podem gerar uma série de problemáticas ligadas a diversos setores da sociedade como era ocorrido nas civilizações antigas como Grécia, Roma, Atenas e entre outras. Uns dos principais fatores revelados são a xenofobia e o preconceito linguístico entre as regiões, fato muito decorrente na sociedade brasileira. Pesquisas apontam que cerca de 65% da população brasileira que se concentra nas regiões sul e sudeste tem aversão às regiões norte e nordeste e à população, pelo fato de muitos acreditarem que o setentrionais são "índios, tem jacaré de estimação" e muitos outros preconceitos.
    Tendo em vista os aspectos observados, é necessário que os movimentos sociais com a ajuda de governantes possam promover algumas políticas voltadas ao preconceito regional que envolva áreas da educação como uma prioridade para o conhecimento das culturas e que preguem o devido respeito acerca das regiões e da população, pois segundo o filósofo Immanuel Kant, "o ser humano é aquilo que a educação faz dele".