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    O Brasil por conter um grande território, e ser constituído por diferentes povos, em sua maioria: negros, índios e europeus; é formado por uma rica variedade de culturas. O que é de extrema importância para a construção de uma identidade, e de uma noção de pertencimento a um grupo. Além das raízes que falam muito sobre o futuro de uma nação, a valorização e o reconhecimento, fazem com que outras gerações aprendam e conheçam sobre os seus antepassados.
        A chamada cultura popular corresponde à uma manifestação de um povo e encontra expressão nos mitos, danças, músicas e artesanato, incluí também expressões urbanas recentes, como o grafite e o hip-hop, e demonstram haver constantes criações e recriações de uma base popular cultural.  No mundo globalizado, a um risco de unificação de uma cultura de massa, imposto pelos meios de comunicação, e por consequência surge um processo de aculturação, significando a sobreposição de uma cultura sobre outra considerada inferior, o que muitas vezes aconteceu com a cultura africana no Brasil.
        O pensador italiano, Antonio Gramsci afirma que grupos socialmente dominantes, impõe seus valores e crenças sobre os outros no processo chamado "hegemonia cultural". Esse processo é comum no mundo pós moderno, com a explosão de informação e a integração de culturas, como o famoso  "American way of life", estilo de vida americano, espalhado pelo mundo no século XIX.  
       O IPHAN, instituto do patrimônio histórico e artístico nacional, é responsável por preservar, divulgar e fiscalizar bens culturais brasileiros;  juntamente com possíveis projetos, que se criados, podem agregar as diversas culturas da nossa nação e serem devidamente reconhecidas e apresentadas nas grades curriculares do ensino fundamental. Dessa forma, ações culturais e coletivas que visam práticas positivas, valorizarão a história  sob um ponto de vista afirmativo, incluindo e estimulando multiculturalidade do país.