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    O advento dos novos meios de comunicação propiciaram grandes avanços na sociedade, como a democratização do ensino superior através da EAD (Educação à Distância). Essa modalidade de educação não se faz necessário a presença de professores ou de um campus. Todavia, a grande parte dos cursos são oferecidos por universidades privadas que muitas vezes colocam o lucro à frente da qualidade de ensino.
       Dessa forma, a EAD fez os cursos universitários chegarem no interior do Brasil, no qual a maioria das cidades são pequenas e não oferecem estrutura suficiente para receber algum campus universitário. Como os cursos à distância não necessitam disso, elas se expandem pelas regiões do país, e se instalam muitas vezes em prédios de escolas.
       Além disso, outro benefício é a flexibilização dos horários de estudo, isso tem atraído muitos adultos que já terminaram o ensino médio a um bom tempo, e que devido a competitividade do mercado de trabalho buscam uma melhor formação profissional, e devido ao emprego e em muitos casos aos filhos, optam pela EAD.
       Sendo assim, da expansão da educação à distância no Brasil é alto, principalmente no setor privado de ensino, no qual segundo a Associação Brasileira de Ensino a Distância, em 2016, 86% das instituições que oferecem cursos EAD, são privadas. Isso gera em muitos casos a mercantilização do ensino, com universidades oferecendo cursos com qualidade cada vez mais baixa e consequentemente colocando profissionais menos capacitados na sociedade.
       É necessário, portanto, que o Ministério da Educação possa agir para garantir a qualidade do ensino à distância. Para isso, é fundamental que se realize provas, específica para cada área, com alguns alunos no último ano do curso, e com a nota deles, elaborar um ranking levando em conta a instituição de ensino, as que obtiverem menores notas sofrerão revisão das suas grandes curriculares e poderão, dependendo da gravidade, ter suas atividades suspensas.