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    Desde o iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando se observa a ínfima quantidade de famílias que fomentam a educação infantil, verifica-se que esse ideal é constatado na teoria e não na prática, assim o problema persiste intrinsecamente ligado à realidade social do país. Esse problema precisa ser enfrentando, uma vez que hábitos herdados na infância tendem a permanecer na vida adulta. Nesse sentido, dois aspectos fazem-se relevantes: a negligência familiar e a falta de consciência social. 
       Nesse contexto, é inegável que a família tem um papel ímpar no desenvolvimento educacional das crianças. De acordo com o filósofo Imannuel Kant, o homem não é nada além daquilo que a educação faz dele. Dessa forma, o importante papel da educação de manter os jovens longe das drogas, do crime e da exclusão social é esquecido, haja vista que por falta de apoio familiar os jovens tendem a não valorizar o ensino e acabam desistindo da escola. Desse modo, cabe aos pais o papel de incentivar os filhos na escola, proporcionando a eles bons exemplos em casa.
         Dessa maneira, aquele ditado popular ''educação vem de casa'', é válido, pois os filhos assemelham os hábitos dos pais, e seus primeiros valores morais e éticos vem do âmbito familiar. Assim sendo, é essencial que os pais proporcionem bons exemplos aos seus filhos.
        Fica claro, portanto, que à família tem papel de pilar central na educação das crianças, devendo influenciá-los a permanecer na escola e servir de exemplo. A fim de atenuar o problema, o Ministério da Educação e Cultura (MEC), deve implantar projetos nos centros de ensino, que promovam palestras e apresentações artísticas, visando fortalecer o vinculo do aluno com à escola. Além de aplicar campanhas de abrangência nacional junto às emissoras abertas de televisão, reforçando o papel dos pais como reflexos dos seus filhos, assim diminuindo a frequência da evasão escolar.