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    "A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo". Essa máxima de Nelson Mandela reflete o poder que a educação tem para mudanças. Entretanto, para que isso aconteça é de suma importância a participação da família no desenvolvimento educacional das crianças nas escolas, já que com a união entre essas duas esferas as características psíquicas dos jovens podem ser moldadas, como também pode diminuir drasticamente a evasão e repetiçao escolar, para que se tenha um progresso produtivo dos menores no ambiente escolar.
     Indubitavelmente, ainda está muito estereotipado o conceito de que a educação é responsabilidade apenas da escola, sendo assim, a união entre escolas e pais ficam distantes, o que contribui para uma evasão precoce e repetições escolares do aluno. Segundo Antoine de Saint, "O essencial é invisível aos olhos humanos", ou seja, mesmo sendo crucial o comparecimento dos famliares nas escolas isso não ocorre, pois pensam que não terá diferença, porque existe o pré-conceito de que o educando pode fazer e é o responsável por isso, o que acaba contribuindo para o declínio da criança nos futuros anos escolares. Dessa maneira, o colégio fica de "mãos atadas" vendo o retroceder do aluno e os pais quando se "dão conta", o jovem já está a caminho para uma evasão escolar ou repetição.
     Ademais, é importante ressaltar que a família tem uma relevância no desenvolvimento das características psíquicas das crianças e isso contribui no progresso dos pequenos nas instituições de ensino. Dessarte, com o acompanhamento dos responsáveis cria-se o hábito de estudo, o interesse pelas aulas e a ideia de que é com estudos que se constrói um futuro melhor, isso faz com que o jovem educando tenha objetivos claros e faça a educação e o ensinamento nas escolas ser algo produtivo. Em consoante com a especialista em alfabetização Regina Scarpa, "A escola não está conseguindo transferir o valor do conhecimento aos estudantes por falta de ajuda dos pais". Sendo assim, gera um ciclo de desinteresse dos alunos pelo estudo, pois os pais não mostram interesse em incentivar os filhos e estes ficam desestimulados.
     Portanto, para erradicar o estereótipo de que a educação só depende do educandário e romper com  o ciclo de desinteresses é necessário ações multifacetadas e de prazos variados. As escolas devem marcar reuniões periódicas com os pais para que estes acompanhem o progresso dos filhos, com o efeito de que a criança sinta que os progenitores se importam. A sociedade também deve fazer sua parte, inclusive os familiares, demonstrando a importância dos valores da educação para o futuro de formar a estimular os pequenos. Quiça, dessa maneira, haja uma união entre as instituições de ensino com os familiares a fim de que a educação se torne, realmente, a maior arma.