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    O segundo gênero 
     Desde remotos tempos, na Grécia antiga, em Atenas, como denuncia a música de Chico Buarque, as mulheres eram vistas como submissas, sem direitos e poderes algum além do reprodutivo, além de que viviam à parte da sociedade e eram consideradas sem dignidade alguma de serem amadas pelos homens, os quais se relacionavam com outros do mesmo gênero.
     A mulher passou por séculos de violências físicas e psicológicas, com tratamento desumano, porém, sobrevivêndo a cada dia e lutando cada vez mais por seus direitos e igualdade até conseguir as conquistas atuais, e,   graças ao Feminismo, diminuiu drasticamente a diferença entre gêneros, apesar dela ainda existir. 
     O Feminismo, que é um movimento social, político e filosófico, surgiu em 1960, nos Estados Unidos, visando a "libertação da mulher", contra qualquer opressão que possa atingir o gênero feminino. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o feminismo não visa a superioridade da mulher, mas, sim, igualdade entre os sexos.
     As conquistas do feminismo abrange desde o voto feminino autorizado em 1932 por decreto no Brasil; a mulher poder sair de casa para trabalhar sem precisar de autorização do marido 1960; nos anos 70, o casamento deixou de ser obrigatoriamente para sempre; o assédio sexual no trabalho que passou a ser crime em 2001, dentre outras.
     O feminismo foi necessário para que o mundo se tornasse mais igualitário o possível com o gênero feminino, mostrando que é necessário ter, acima de tudo, respeito, empatia pelo próximo. Todavia, após séculos, ainda há muitas conquistas a serem desbravadas pelas mulheres para alcançarem a igualdade de gênero ideal.