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    A desigualdade de gêneros é um problema recorrente na história da humanidade. No cenário da Revolução Industrial, por exemplo, as mulheres saem de casa para trabalhar pela primeira vez, porém, recebendo metade do salário dos homens. Nos dias atuais, por mais que a constituição federal de 1988 garanta direitos iguais a todos, sem distinção de qualquer natureza, injustiças como essa ainda se perduram. Sendo assim, as mulheres se uniram e foram em busca dos seus direitos.
    Por milhares de anos a mulher foi inferiorizada perante uma sociedade machista, onde não possuíam se quer o direito de frequentar a escola, escolher o marido, e nem mesmo de votar ou denunciar as diversas vezes onde foram violentadas. Somente em 1953, após juntarem suas forças e revindicarem o direito de escolher seus representantes, foi garantido a mulher a autorização do voto. Em contra partida, foi necessário anos de manifestações, protestos e centenas de mulheres mortas para que a lei Maria da Panha entrasse em vigor, muito tarde, em 2006.
    É perceptível o emponderamento das mulheres atualmente, é admirável a garra e o questionamento em relação a forma como há uma gritante diferença no tratamento de homens e mulheres. Elas já não se preocupam em seguir o padrão imposto pela sociedade, de que devem casar-se, ter filhos e cuidar da casa. Não deixam de se divertir pelo medo de ficarem  "mal faladas" e ainda buscam a emancipação de seus corpos e sonham com o dia onde poderão andar nas ruas sem nenhum medo de serem estrupadas e depois colocarem a culpa em suas vestimentas.
    Vivemos em um meio onde humilhar e menosprezar a mulher é visto como cultura e costume, portanto, é vital que o movimento feminista continue. Cabe ao Governo investir em palestras nas escolas, que destaque a importância da equidade de gênero, para que as crianças não coloquem em diante tal distinção. Vale, também, esclarecer a população o real sentido do movimento, que visa o bem comum, baseado no respeito, empatia e amor ao próximo.