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    No início do século XX, surgem as primeiras manifestações femininas, realizadas por mulheres que estavam cansadas de ter seus direitos de trabalhar, estudar, e liberdade de expressão negada, pela cultura machista instalada no Brasil no período colonial. Os protestos feministas realizados surgiram efeitos parcialmente, com a implantações de leis que garantem os seus direitos de liberdade. Porém, a persistência educacional da sociedade com pensamentos patriarcal mantém a força da desigualdade de gêneros.  
           De fato, no período colonial, a mulher era vista como objeto de desejo sexual, dona do lar e submissa a voz masculina, no entanto, com a industrialização as jovens damas se fortalecem no mercado de trabalho, buscam por qualificações profissionais, ingressam em  faculdades, o que não é suficiente para para igualar seus direitos perante a sociedade. pois ainda estão sujeitas a exercerem o mesmo trabalho e função com remunerações inferiores a seus colegas do sexo masculino e muitas das vezes são assediadas por seus patrões. Dessa forma, fica evidente que as mulheres continuam sendo inferiorizadas no mercado de trabalho. 
       Ademais, segundo o sociólogo Mario Cortella, os pais educam as meninas para casar, ter filhos, e ser obedientes aos esposos, e os meninos são educados para mandar nas esposas e ter sua autoridade respeitadas no ambiente familiar, isso revela que a permanência das atitudes machistas estão sendo fortalecidas pelos próprios educadores, o que impede a igualdade de gênero solicitada pelos movimentos feministas. 
          Portanto, é necessário que o governo, e os país rompem com a cultura patriarcal, que está impregnada na sociedade. O Ministério da Educação implantar nas grades escolares nas aulas de sociologia assuntos que coíbe o crescimento do machismo na sociedade e os professores realizarem debates e palestras sobre a importância de respeitar a figura feminina, e os pais eduquem seus filhos, de forma igualitária onde meninas e meninos crescem aprendendo que todos tem direitos e deveres iguais. Assim novas ideologias serão construídas no mercado de trabalho.