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    De acordo com a declaração universal dos direitos humanos - promulgada pela ONU(Organização das Nações Unidas), - é direito de todo cidadão, sem qualquer distinção, a liberdade de expressão. No entanto o cenário visto pela vulgarização, impede que isso aconteça, não só devido as raízes machistas, como também a objetificação da mulher.
     Convém ressaltar a principio, que a constituição federal de 1988, em vigor ate os dias atuais, é uma das razões para permanência da problemática. De maneira análoga a Aristóteles no livro "Ética a Nicômaco", a política existe para garantir a felicidade dos cidadãos. Porem, a forte enraização cultural do machismo, viola esse direito, principalmente no que se refere a classe de mulheres baixa renda, tendo em vista que, de acordo com pesquisas do curso de ciências sociais da UFRJ, 40% das mulheres baixa renda são submetidas a empregos braçais mesmo tendo ensino superior completo. Por tanto é um mal a ser combatido em todo o território nacional.
     Igualmente, destaca-se o fator da objetificação feminina como mais um desafio a ser enfrentado. Todavia, há a falta de medidas efetivas das autoridades para que o cenário brasileiro seja alterado. Seja. Isso consoante ao pensamento de Nelson Mandela de que só a educação muda o mundo, expõe que incitar a mulher como um objeto vulgar, faz com que a beleza de sua sabedoria seja ofuscada e limitada a servir.
     Diante dos fatos supracitados, faz-se necessário que o MEC( Ministério da Educação e Cultura), em parceria com o governo federal, promovam uma reeducação moral em crianças e adolescentes, agindo por meio da escola e da família rompendo estigmas machistas. Nesse sentido o intuito é fazer com que nos libertemos das raízes do machismo e que a mulher garanta e exerça o seu direito de liberdade de expressão.