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    Caminhos para o avanço da igualdade
          O movimento feminista surgiu no contexto da revolução francesa - século XIX - com o principal objetivo de amenizar a desigualdade de gênero. Com efeito, incontestáveis conquistas foram adquiridas pelas mulheres desde o início do movimento, como a igualdade salarial entre gêneros e a Lei Maria da Penha. 
           Em primeiro plano, desde 1919, a conferência do conselho feminista da Organização Internacional do Trabalho (OIT) garante a igualdade salarial entre as mulheres. Em vista disso, o movimento feminista resiste as dificuldades impostas pela sociedade e revela um lado batalhador em vista da igualdade, cujos manifestos garantiram regalias no campo feminista. Ademais, com todos os direitos e lutas ainda prevalece o impasse machista, assim, ainda alegando a presença de pensamentos e atos retrógrados. 
         Por outro lado, em 2006, duas tentativas de homicídio contra uma mulher ocasionou a lei nº 11.340, que ficou conhecida pelo nome da vítima: Lei Maria da Penha. Soma-se a isto um novo rumo a tomar no Brasil, pelo qual a mulher encoraja-se a denunciar e adquire mais proteção no meio onde vive. Contudo, o número de agressões aumentam mesmo com leis e delegacias especializadas contra a violência feminina, fato cuja constatação demonstra que a cada 12 segundos uma mulher é violentada, logo, alimenta-se atitudes embasadas desde uma sociedade patriarcal.
          O feminismo, portanto, é uma arma contra o retrocesso imposto pela sociedade patriarcal, na qual medidas precisam ser impostas para maior avanço. O Ministério da Educação (MEC) juntamente com as escolas devem atuar em projetos que visem entre as crianças a igualdade e respeito de gênero, como feiras culturais por meio de pesquisas sobre o assunto e divulgação em redes sociais. Logo, para um futuro com pessoas orientadas de um mundo sem preconceito, a fim de uma paz e progresso diante das conquistas e igualdade diante das mulheres.