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    No livro "Eu sou Malala", de Malala Yousafzai, a luta de uma jovem em prol do direito das mulheres á educacao é retratado. Ela, como inúmeras outras, fazem parte de um movimento político e social chamado de feminismo. Surgido na metade da década de 1960 nos Estados Unidos, esse movimento luta pela igualdade entre homems e mulheres até os dias atuais.
       Durante a primeira e segunda gurra mundial a mulher foi definitivamente inserida no ambiente de trabalho, porém necessitavam da permissão do marido para trabalhar e geralmente ganhavam menos. Em 1962, ocorreu o fim necessidade da autorização do cônjuge para trabalho, entretanto dados do IBGE mostram que atualmente mulhers ainda recebem 23,5% menos do que homems e apenas 37,8% ocupam cargo de chefia. 
          Dados da ONU comprovam que uma em cada três mulheres já sofreram agressões físicas ou sexual, assim, além de um mercado de trabalho injusto, existe um alarmante quadro doméstico. Através de lutas e protestos, medidas, como a Lei Maria da penha, aprovado em 2006 que reprimi a violencia doméstica ou familiar contra a mulher, estão sendo implantadas.
          Assim sendo, o movimento feminista se torna indispensável na luta das mulhers pelos seus direitos. Cabe a mídia ajudar na divulgação desse movimento, como forma de informação á população e pressão aos governantes. O governo tambem deve criar leis mais rígidas que protegem as mulheres  contra maltratos tanto no ambiente doméstico, quanto no ambiente de trabalho. A luta por esses direitos são essenciais, pois com dizia confucio, " saber o que e certo e nao fazer e falta de coragem".