Envie sua redação para correção
    O primeiro registro efetivo do feminismo se deu durante o século XVIII, no contexto político da revolução francesa, cuja revolucionária Olímpia de Gouges lança uma tese de que as mulheres tinham direitos naturais iguais aos dos homens. Consequentemente, a ideia se espalhou pelo mundo todo, formando movimentos sociais em prol da igualdade de gênero.
       Primeiramente, deve-se considerar a visão da mulher nas sociedades existentes. Desde as civilizações antigas até hoje, o sexo feminino sofre com uma visão machista e arcaica de fragilidade e de objetificação do próprio corpo, tornando-a oprimida pelo sexo oposto. Entre as manifestações de opressão, incluem-se o assédio, a cultura estupro, o feminicídio, a violência e os salários desiguais no mercado de trabalho.  Não obstante a isso, surge a luta feminista para se opor aos moldes patriarcais e para tomar os lugares que pertencem às mulheres.
      Judith Butler, Simone de Beauvoir e Frida Khalo foram mulheres importantes na conquista de vários direitos femininos. O direito ao voto e a participação política, por exemplo, foram graças às sufragistas. Uma destas se lançou em frente de um cavalo para conseguir o direito ao voto, desencadeando uma luta por isso na Inglaterra. A atriz Emma Watson fez uma declaração dizendo que o feminismo é a busca pela igualdade entre homens e mulheres, é a teoria de igualdade política, econômica e social entre os sexos.
        Por conseguinte, tal movimento é solene na sociedade. Em vista disso, é necessário que o Estado amplie seus projetos de leis voltados para o público feminino, em relação à violência e ao assédio, a fim de diminuir a sexualização do corpo da mulher. Deve-se também incentivar o engajamento de ambos os sexos na luta pela igualdade de gênero em todos os aspectos, através de palestras e dinâmicas aplicadas na área de educação para que haja mais conquistas de direitos. Com isso, não haverá lugar para machistas e misóginos na sociedade, tornando-a um local de valorização do feminino em detrimento da opressão.