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    Os princípios da justiça se baseiam na imparcialidade, classificando os então julgados como iguais. Entretanto, a humanidade ainda está submersa em conceitos que divergem desses princípios, como a inferiorização feminina através de mecanismos culturais. Tal prática demonstra a fragilidade das atuais e antigas estruturas sociais, pecando na garantia básica e indiscutível dos direitos humanos.
          Assim como Mary Wollstonecraft, radicalista inglesa do século XVIII, defendeu suas ideias feministas a respeito do direito de igualdade a educação entre homens e mulheres, é de extrema importância que a difusão das ideias feministas ocorram. Somente com o conhecimento e debate acerca do assunto a sociedade irá, por sua vez, combater a sonegação de direitos femininos.
          Assim como defendido pelo filosofo Maurice Ponty, a fim de ver o mundo, deve-se romper com a aceitação habitual a ele. Ou seja, com o reconhecimento do machismo, sexismo, e outros, será possível a construção igualitária da sociedade. O homem ainda é posto como ser humano, enquanto a mulher como fêmea, como disserta a filosofa existencialista Simone de Beauvoir.
          Logo, é inegável a importância que o atual feminismo encontre meios de expressão, tais como campanhas midiáticas, debates escolares e representações políticas, com efeito de garantia dos direitos femininos. Isso deve ocorrer a partir da cobrança frente ao governo e responsáveis pela ordem social. Também a conflitos econômicos, que requerem revisões, assim como pisos salarias desiguais para mulheres em referência aos homens. É um dever geral a garantia da igualdade.