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    O direito ao voto foi pauta em muitos movimentos sociais a nível mundial. A mulher teve sua participação política garantida no governo de Getúlio Vargas em 1932, entretanto, isso não foi suficiente para que o sexo feminino fosse valorizado, exigindo a realização de ações em prol da garantia de igualdade e o fim do preconceito de gênero.
             Em primeira análise, a sociedade viveu acreditando na ideia preconceituosa de que a mulher é inferior ao homem e não possui sequer o poder da palavra, com o dever de ser subordinada à ele. Neste cenário vle ressaltar que um dos momentos mais marcantes da história brasileira foi protagonizada por uma mulher: a Lei Áurea foi sancionada pela Princesa Isabel que aboliu a escravidão, evidenciando o poder de transformação que este gênero possui.
             Num segundo momento, quando a fundadora do movimento feminista, Simone De Beauvoir, afirma que se para o homem a questão feminina é tão absurda, é porque sua arrogância tornou isso uma discussão. O sentimento de superioridade e de estar no topo da hierarquia, revelada pelo sexo masculino, fomenta a vontade da mulher de querer se igualar e mostrar seu potencial em qualquer situação.
           Portanto, diante de todas as situações de preconceito e desigualdade, a mulher precisa de impor e lutar pelos seus direito. A utilização das mídias sociais tornam-se aliadas neste processo, atingindo os mais variados públicos, incentivando a igualdade de gênero. Além disso, projetos sociais como palestras e teatros para o público jovem podem criar a ideia de que a mulher deve ser repeitada e pode alcançar cargos privilegiados assim como os homens, fazendo com que a sociedade perceba que a diferença entre gêneros é simplesmente uma percepção anatômica.