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    Com o aumento expressivo do número de usuários de entorpecentes segundo o jornal correio braziliense, cresce paralelamente os casos de pessoas que precisam ser internadas involuntariamente a pedido de familiares ou de profissionais da área médica. Devido a falta de consciência do próprio dependente, somado a outros fatores, tais como: isolamento social, discriminação, entre outro, faz com que a busca voluntária por ajuda seja rara.
             Contudo, a Carta Magna prevê em seu artigo 5º o acesso a saúde sem qualquer restrição a todos cidadãos, pois além da falta de informação por parte dos familiares sobre os procedimentos para a internação, também persiste os estabelecimentos que exploram para tratar os acolhidos, fazendo com que a justiça tenha que ser acionada, refletindo assim na demora para intervenção e muitas vezes descaso durante o tratamento. 
           Segundo o Ministério da Saúde, outro assunto polêmico sobre a internação de dependentes químicos que vem sendo debatida por profissionais da área, sociedade e gestores públicos, é a compulsoriedade, pois essa falta de consentimento do subjugado fere o princípio da liberdade do indivíduo, porém é uma ação necessária para que possa reintegra-lo a sociedade.
           Portanto, tendo em vista o retorno desse cidadão a sociedade, o Ministério da Saúde em parceria com as prefeituras, devem construir mais centros de reabilitação para promover o tratamento desse público, como também o Congresso colocar em pauta a elaboração de leis que promova incentivos fiscais e crie cotas para empresas que promovam esta ação para assim obter uma efetiva reinserção de ex-usuários na sociedade .