A internação involuntária de dependentes químicos no Brasil.

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    Segundo o filósofo Santo Agostinho, o orgulho é a fonte de todas as fraquezas, por que é a fonte de todos os vícios. Fala tal que, relaciona aos desafios para o tratamento de dependentes químicos no Brasil. Nesse sentido, é inoportuno atemporal ao deixar claro que a internação forçada não é a melhor opção.
    A princípio, fica evidente que os pacientes quando estão em uma clínica  de reabilitação por obrigação, o tratamento não ocorre conforme o planejado, pois os sintomas de exuberância surgem pelo fato de não estarem mudando de vida por vontade própria. Ademais, resultando em maiores dificuldades para reconstrução de uma vida, por causa de transtornos psicológicos.
    Sobretudo, a realidade mostra a ineficiência quando a internação do dependente químico é involuntária. De acordo com o jornal pioneiro, numa visão otimista, apenas 10% dos que tratam a dependência química não recaem na pedra. Por isso, seria mais eficaz o poder executivo investir em educação e organizações que conseguirão sensibilizar o usuário de drogas a tomar atitudes benéficas pra si e para população.
    Em função disso, os modelos de tratamento necessitam de tipos de intervenções empáticas, que incluam estratégias de abordagem do problema, considerando elementos físicos, psicológicos e sociais. O Governo deve, por meio de programas assistenciais, destinar mais verbas para a área de saúde dos viciados, a fim de haja a construção e manutenção de centros de tratamento em todos os polos regionais do país. Ademais, é essencial que instituições sociais, como a igreja, por meio de palestras, e ONGs por intermédio de publicidades em revistas, internet ou televisão conscientizem a população acerca da importância de incentivar os dependentes a procurarem tratamento, para que, desse modo, tais pessoas possam ser reinseridas na sociedade, deixando o orgulho de lado e mostrando-se resistentes.